Liga do Boteco no Cartola

Atenção!

Inscreva-se já na Liga do Boteco para participar do Cartola. Desconfio que esta é a única liga que dá prêmio ao vencedor.

No ano passado foi Rodrigo Fernandes, cuja foto está no facebook da Cerveja Campeã, a 1983, sempre imitada, mas nunca igualada, até porque o primeiro sempre será o primeiro.

A inscrição pode ser feita através do banner que está aí ao lado, à sua direita, bem no alto.
Mais claro, impossível.

Ou através deste link.

Mais uma vez atenção!

O Brasileirão começa neste final de semana. Vamos ver se vocês são bons apenas de corneta ou se sabem mesmo montar um time.

O meu time é o Todo Poderoso – uma homenagem sutil ao Mazembe – Alfredo, nome do meu avô gremistão, que me fez gremista e brizolista.

Atenção de novo!

O primeiro colocado vai receber uma camisa 1983, um copo 1983 e três cervejas: Kidiaba, Mazembier e a 1983.

O segundo leva duas cervejas.

O terceiro, uma cerveja.

Espero vocês.

SELEÇÃO DA FGF

Entrei em contato hoje no início da tarde com a FGF.

Pedi informações sobre como foi realizada a eleição dos melhores.

Achei exagerada a presença de jogadores do Caxias entre os destaques.

Curioso, por exemplo, é o presidente do Caxias ser eleito o melhor dirigente, e ao mesmo tempo é o cara que demitiu o técnico eleito como o melhor, o Paulo Porto.

Estou aguardando os dados solicitados. Já encerrou o expediente na entidade.

Vamos ver se amanhã sai.

Onde está Wally, digo, Ilgo?

Diante de mais uma crise técnica do Grêmio (elas emendam uma nas outras agora), tenho que inventar algumas coisas pra me distrair.

Fico meio nostálgico. Lembro do Gauchão de 77, quando o Oberdan parou o ataque colorado.

Lembro do Brasileiro de 1981 (já contei aqui como eu ajudei o Grêmio a ser campeão, mas posso repetir se os pedidos forem muitos); aquele gol histórico do Baltazar sobre  o SP (que tinha a metade da seleção) para calar a boca do Paulo Santana, que não parava de cornetear o artilheiro de Deus. Ah, e o mundial de 1983, quando um clube gaúcho conquistou pela primeira o título.

A cerveja 1983 está aí pra que uns e outros não esqueçam.

Aí, revolvendo coisas antigas (estou mudando de domicílio neste sábado), eis que deparo com fotos interessantes.

Vejam a foto abaixo, amigos e eventuais desafetos. É lá do início dos anos 80.

É o time da redação do Correio do Povo/Folha da Tarde, contra a seleção dos funcionários da Caldas Júnior. Acho que perdemos, mas isso não vem ao caso.

Na foto aparece este que vos fala, além do Hiltor Mombach, do Nilson Souza (o melhor texto do RS) e o Jurandir Soares, goleiraço, comentarista de política internacional.

Bem, o primeiro que me achar nesse bolo vai ganhar três long neck (a propósito, o Pablo Retamoso, de Veranópolis, já veio buscar as suas referentes ao teste anterior; muita sede o rapaz).

É imitação do ‘onde está Wally?’.

O primeiro que achar o Nilson e o Hiltor leva uma long neck por acerto (a cotação deles aqui no meu boteco é menor).

O bom desse negócio é que a gente fica certo de que o tempo é cruel.

Se alguém pensa que isso é uma fuga da realidade…

Acertou.

Mazembier cruza o Atlântico

As cervejas Mazembier e Kidiaba fazem sucesso em outros continentes. Tudo graças ao site do Mazembe, o clube que me deu a maior alegria dos últimos tempos no futebol.

Hoje, dia 6, o site do clube africano, atual vice-campeão mundial, publicou foto da Mazembier e um texto referindo-se a mim como um ‘consultor multimídia’. Gostei. Só faltou o ‘mestre cervejeiro’. Nada é perfeito. (link: http://grem.io/R3J)

Ontem, o mesmo site destacou o projeto Mazembe Day, que segue colhendo depoimentos. Infelizmente, muita gente esquece de mandar fotos. Estou no aguardo. (link: http://grem.io/R3k)

Hoje, veículos como o Clicrbs (Clube da Bolinha) e Globo.com (Donas do Campinho) repercutiram a notícia que saiu no Congo. Curioso, são dois canais de comunicação rivais de um jornal, o Correio do Povo, onde trabalhei a maior parte da minha vida e que ignora solenemente as iniciativas de um ex-companheiro. (links: http://grem.io/R4a e http://grem.io/R4b)

O importante é que objetivos estão sendo atingidos. Até mais do que eu esperava. Hoje, dezenas de legítimos torcedores do Mazembe (gente do Congo e dos EUA) entraram no boteco e acessaram o banner que leva ao projeto Mazembe Day. Sensacional.

Esse sucesso eu divido com todos os botequeiros e botequeiras de todas as querências, gremistas e colorados de bom humor.

1983: tipo belga e novo visual

Atordoado com essa crise que atinge o Grêmio há vários anos chego a ter vontade de refugiar-me num lugar sem internet, sem jornais, sem rádio ou TV.

Enfim, nada de informações sobre futebol, Lulla, corrupção, mensalão, Detran, impunidade, pagode, RG Traíra, etc.

Depois de muito matutar, concluí que o melhor mesmo é ficar por aqui e encarar a realidade, por mais dura e cruel que possa ser, com o Damião empilhando gols e o Grêmio em sua via crucis que parece infinita.

Mas entre os meus pensamentos de sumir do mapa por uns tempos, imaginei como seria a vida num convento, num mosteiro.

A imagem de um mosteiro  me levou aos monges trapistas. Que, por sua vez, me remeteram aos mosteiros belgas que produzem cerveja, uma cerveja especial, cor de cobre, com um aroma e um sabor capazes de amenizar os efeitos de qualquer goleada que o Grêmio possa sofrer (desde que não seja em Gre-Nal) e suportar discurso e entrevistas do Lulla.

Hoje, são quase 180 mosteiros trapistas pelo mundo. Mas apenas sete deles continuam fazendo cerveja, coisa de séculos. Desses, seis são belgas.

Vai daí que decidi fazer uma cerveja belga, bem ao estilo das cervejas feitas pelos monges da ordem trapista.

É uma cerveja tipo belga, de alta fermentação, elaborada com maltes belgas e lúpulos selecionados.

Apresento, então, a Belgian Ale, que reforça a linha de cervejas 1983, agora com novo visual. O rótulo é criação do publicitário Adriano Snel, que, obviamente, é gremista.

Ah, a cerveja ficou tão boa que até já abandonei a ideia de virar um eremita ou um monge trapista.

Vou ficar por aqui esperando o Grêmio dar a volta por cima ou o mundo terminar. O que vier primeiro.

Grêmio adere ao conceito da cerveja 1983

Foto publicada no blog Clube da Bolinha

Demorou, mas o pessoal do Grêmio conseguiu entender o quanto doeu e ainda doi – e vai doer para sempre – nos colorados ter o seu maior rival como primeiro clube gaúcho campeão do mundo.

Por isso, colocou no Olímpico uma nova faixa: 1º Campeão do Mundo. É óbvio que se refere à disputa regional, mas acho que ficaria melhor com a expressão ‘clube gaúcho’ antes do ‘Campeão”. Afinal, o letreiro será visto em todo o País e até no exterior. O problema é ter que diminuir o corpo das letras.

O importante é que o Grêmio aderiu ao conceito que procuro passar com a cerveja 1983.

Para os colorados, foram 23 anos de uma espera angustiante, torturante, humilhante. Os gremistas se sentiram superiores durante todo esse tempo. Daí ficou essa imagem de ‘soberba tricolor’, algo que se percebe acentuadamente nos colorados em razão do sucesso dos últimos anos.

Diante disso, mais do que festejar seu primeiro mundial, os colorados trataram logo de acrescentar um Fifa ao seu título, numa tentativa de amenizar os 23 anos de um sentimento de inferioridade que eles tentavam disfarçar. Uma tentativa de dizer que o Inter, sim, é o primeiro clube gaúcho campeão do mundo.

Senti essa dor dilacerante quando o Inter foi campeão brasileiro em 1975 e repetiu em 1976 e 1979. Felizmente, em 1981 minha auto-estima futebolística foi resgatada.

Dois anos depois, a glória. O Mundial de 1983 compensou o sofrimento da década de 70, com juros.
Quando lancei a cerveja 1983, em agosto passado, pensei em tudo isso.

O Grêmio pode não ser imortal, mas o título Mundial de 1983 está eternizado – e não há artifício que altere esse fato – como o primeiro obtido por um clube gaúcho.

É assim, e assim será até o final dos tempos.

SAIDEIRA

Agora, o Grêmio precisa urgentemente conquistar de novo grandes títulos. Afinal de contas, quem vive do passado é museu.

Aviso aos cervejeiros

Quando Damião pegou a bola na linha de fundo, marcado pelo zagueiro Fred – não foi este que falhou no primeiro gol colorado? -, eu pensei com os meus botões:

– Daí não sai nada. O Damião vai perder a bola.

Bem, aí o Damião fez aquilo, lembrando o … Baiano, aquele meia que jogou no Grêmio.

Quer dizer, confirmei uma velha fama: tudo, ou quase tudo, o que eu digo durante um jogo dá o contrário. 

O Inter mereceu. O Juventude quase não entrou na área colorada. Nunca vi um Juventude assim no Jaconi.

Um Gre-Nal agora, em plena disputa da Libertadores, não é bom pra ninguém.

Agora, um aviso:

aqueles que chegaram tarde e não conseguiram a Kidiaba, aviso que saiu uma nova ‘safra’. São apenas 20 unidades. O mesmo em relação a Mazembier e a 1983. No máximo três unidades de cada por pessoa.

Coisas pequenas do futebol e o sucesso da Kidiaba

Tem gente que gosta de criar um ‘clima’ por qualquer coisinha. Normalmente parte de quem está contrariado por este ou aquele motivo.

Por exemplo, andei lendo críticas à diretoria do Grêmio por ter criado um tal de cônsul eclesiástico numa cidade do Interior. O tiroteio vem de gente que perdeu a eleição.

Não é hora de mesquinharias, futricas. Ora qual a importância desse tipo de coisa. Cônsul eclesiástico. E daí.

Não seria mais importante usar o mesmo para bradar por reforços para a Libertadores? Cobrar da direção mais um centroavante, mas um com tamanho de centroavante, e aí estou ao lado do ex-presidente Cacalo, que não cansa de pedir por um camisa 9 de verdade.

Aí sim seria uma contribuição ao clube, não à atual direção. Ao clube, que é o que interessa. Ou não?

É hora de concentrar esforços e energia na luta pelo tri. Já estou até pensando no rótulo da cerveja do tri da Libertadores.

Espero que essa direção se dê conta da necessidade de qualificar o time e não fique esperando por golpes de sorte como esse surgimento relâmpago do jovem Leandro.

E espero que os oposicionistas contribuam com sugestões e até com críticas, mas construtivas, não com detalhes como esse envolvendo os cônsul.

Também não ligo para o fato de Falcão ter comandado um treino com portões fechados, frustrando a torcida e a TV do Inter, que havia anunciado a transmissão. E, claro, frustrando a imprensa. Alguns coleguinhas – será que ainda tenho direito de usar esta expressão? – chiaram quando souberam dessa decisão.

Até tu, Falcão, que recém passou pro outro lado?

Sou contra treinos fechados. Sempre escrevi a esse respeito.

Pra mim não é coisa de quem quer esconder algo, mas de quem não tem o que mostrar.

No caso de Falcão, que está recomeçando uma carreira que largou 15 anos atrás, é aceitável. Ele está enferrujado, precisa ganhar ritmo de jogo, para só depois abrir as cortinas para exibir a sua performance dentro de campo, orientando seus jogadores.

Passado esse tempo, espero que ele abra os portões – com exceção de véspera de jogo decisivo – e mostre a todos que é de novo um treinador de futebol. Ou não.

SAIDEIRA

Carlos Alberto ficou fora uns dias. Alegadamente problemas particulares, coisa pessoal. Mais uma vez não faltou gente para abrir um bocão. Surgiu até uma versão de briga no vestiário.

Quer dizer, bancário pode pedir dispensa. Jornalista, idem. Jogador de futebol não pode? Mais uma vez preocupação demais, principalmente porque Carlos Alberto, na verdade, não estava fazendo falta alguma.

Sua ausência até foi positiva. Abriu caminho para o jovem Pessali, que foi bem contra o Santa Cruz. E isso sim é importante. Não a folga ao Carlos Alberto.

FECHANDO A CONTA

O blog Clube da Bolinha publicou hoje, perto do meio-dia, a notícia do lançamento da Kidiaba. Estou impressionado. Cheguei a receber três e-mail por minuto pedindo informações sobre as cervejas. Ainda não consegui ler e responder todos. São uns 200 até este momento. Não tenho a menor possibilidade de atender tanta gente.

O Clube da Bolinha é um estouro e a torcida gremista sensacional.

Aos colorados que não entenderam a brincadeira e me mandaram pra tudo quanto é lugar, informo que isso também é apenas um detalhe no futebol. Coisa pequena, microcóspica.

O que vale são vitórias em campo, títulos. Por isso, prestem mais atenção no Falcão e no time do que na minha modesta cervejinha caseira.

Kidiaba: linda por fora, gostosa por dentro

A família 1983 segue crescendo. Começou com uma cerveja tipo Pale Ale, lançada em agosto. Por coincidência, no mês em que Renato Portaluppi desembarcou para tirar o Grêmio do atoleiro em que foi deixado por Silas.

Admito que a cerveja era apenas razoável. Afinal, eu recém começava a elaborar o precioso líquido. Confesso que joguei fora mais de uma centena de garrafas desde então porque havia problema com espuma. Cerveja sem espuma é um sacrilégio, embora eu saiba que tem gente que gosta  de uma ‘brahma da polar’ assim. Gosto é gosto.

O colarinho branco, macio e consistente é fundamental numa cerveja, ou num chopp.

A 1983 foi se diversificando. Vieram a Pilsen (em alta fermentação, não essa aguada que tem por aí em qualquer supermercado) e a Weiss.

Hoje, posso afirmar que produzo cervejas boas. São feitas com carinho, não mais do que nove litros por vez, o que resulta numas 20 e poucas garrafas.

Em dezembro, depois da enorme alegria que causou o glorioso Mazembe, uma homenagem aos valorosos atletas do time africano: veio a Mazembier.

Doce para uns, amarga para outros.

Agora, atendendo a insistentes pedidos, está saindo do forno, digo, da geladeira, a Kidiaba.

Antes que alguém pense que é uma homenagem ao goleiro Kidiaba, aquele da exótica comemoração, me apresso a dizer que não confirmo nem desminto.

Kidiaba a mim lembra uma mulher sensual, capaz de levar qualquer homem a fazer loucuras. Uma devassa, uma deusa, um anjo, uma diaba…

Kidiaba pode ser qualquer coisa, mas antes de tudo é uma cerveja escura, forte e encorpada.

O resto fica pela imaginação de vocês…